Energia Fotovoltaica

1 – Os painéis fotovoltaicos em seu telhado são projetados para captar a luz solar e converter em eletricidade (Corrente Alternada/DC).

2 – A eletricidade produzida viaja dos painéis através dos fios para o inversor. Antes desta energia ser utilizada, ela precisa ser transformada pelo Inversor, que irá adequar a energia para ser usada no local (Corrente Continua/CC)

3 – Ao longo do dia, quando o sistema estiver gerando energia, os componentes elétricos do local serão abastecidos pela energia gerada pelo sistema fotovoltaico.

4 – Se o sistema estiver gerando mais energia do que estiver sendo consumida, ela será injetada na rede e transformada em créditos, que serão utilizados automaticamente em períodos que não houver geração, como durante à noite ou dias chuvosos.

5 – O relógio Bidirecional instalado pela concessionária, contabilizara todos créditos injetados na rede durante o dia e debitará conforme o consumo durante a noite. Os créditos energéticos injetados na rede pode ser utilizado em até 60 meses, este processo é conhecido como sistema de compensação de energia elétrica.

Potencial Solar Brasileiro

O Brasil é um país tropical e extremamente privilegiado em termos de radiação solar. A caráter de comparação, Santa Catarina, que é o estado brasileiro com os menores índices de radiação, recebe 40% mais radiação que a região com os melhores índices da Alemanha, que é um dos países líderes na implantação desta tecnologia. Ou seja, o mesmo sistema gera no mínimo 40% mais energia no Brasil se comparado à Alemanha. A irradiação solar no Brasil é muito maior que em outros países que adotam a geração fotovoltaica em grande escala

Benefícios

Você investe, valoriza seu imóvel, depois têm o retorno do capital e logo após o lucro. Tudo isso sem risco algum pelos próximos 25 a 30 anos. A energia solar residencial, comercial acaba com o aumento inesperado da sua conta de luz. Instalando um sistema e gerando sua própria energia, além de economizar mais de 95% na sua conta de energia você em pouco tempo recupera o seu dinheiro e meio ambiente.

Retorno financeiro imediato;

Baixo custo de manutenção;

Valorização da Marca (empresarial);

Imunidade no aumento da tarifa de energia;

Diminua consideravelmente o impacto dos reajustes na sua conta de luz;

Invista o valor economizado e ganhe ainda mais dinheiro;

Seja reconhecido por ajudar na preservação ambiental.

Valorize seu imóvel;

Zero de Imposto.

Regulamentação brasileira

O Sistema fotovoltaico conectado à rede foi regulamentado no Brasil em 2012 com a publicação da resolução nº 482 da ANEEL. Esta resolução propiciou as condições gerais para que os consumidores de energia elétrica possam ser também geradores. O mecanismo estabelecido pela resolução que garante as condições necessárias para que os consumidores produzam sua própria energia elétrica é o sistema de Net Metering, ou sistema de compensação, já implementado com sucesso em várias partes do mundo. O acompanhamento da implantação da REN no 482/2012, realizado pela ANEEL nos últimos anos, permitiu identificar diversos pontos da regulamentação que necessitavam de aprimoramento.

Dessa forma, com o objetivo de reduzir os custos e o tempo para a conexão da micro e minigeração, compatibilizar o Sistema de Compensação de Energia Elétrica com as Condições Gerais de Fornecimento (Resolução Normativa no 414/2010), aumentar o público alvo e melhorar as informações na fatura, a ANEEL realizou a Audiência Pública no 26/2015 (de 7/5/2015 a 22/6/2015) que culminou com a publicação da Resolução Normativa – REN no 687/2015, a qual revisou a REN no 482/2012 e a seção 3.7 do Módulo 3 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST.

No dia 01 de março de 2016, entrou em vigor a Resolução Normativa nº 687, de 24 de novembro de 2015, da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Tal ato normativo vem aprimorar e alterar algumas regras previstas na Resolução Normativa nº 482/2012, também da ANEEL.

SISTEMA DE COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS.

O sistema de compensação de crédito consiste na remuneração, por meio de créditos, da diferença entre energia consumida e gerada na unidade consumidora. Ou seja, a energia gerada e não consumida pelo cliente é injetada na rede daempresa concessionária. Quando a energia injetada na rede for maior que a consumida, o consumidor receberá um crédito em energia (kWh) a ser utilizado para abater o consumo em outro posto tarifário (para consumidores com tarifa horária) ou na fatura dos meses subsequentes.

OS CRÉDITOS DE ENERGIA GERADOS SÃO VÁLIDOS POR 60 MESES
(5 ANOS).

Nos momentos em que sistema fotovoltaico não gera energia suficiente para abastecer a unidade, da distribuidora local suprirá a diferença. Nesse caso será utilizado o crédito de energia acumulado ou, caso não haja, o consumidor paga a diferença.

IMPORTANTE

As unidades consumidoras conectadas em baixa tensão (grupo B), ainda que a energia injetada na rede seja superior ao consumo, será devido o pagamento referente ao custo de disponibilidade – valor em reais equivalente a 30 kWh (monofásico), 50 kWh (bifásico) ou 100 kWh (trifásico). De forma análoga, para os consumidores conectados em alta tensão (grupo A) será devida apenas a parcela da fatura correspondente à demanda contratada.

Outras formas de utilização de sistema, com múltiplas unidades consumidoras, para aqueles clientes que possuem mais de 2 imóveis atendido pela mesma concessionária

Procedimento de acesso